Pós-graduação em Vigilância Sanitária e Controle de Qualidade dos Alimentos

Objetivos do curso

GERAL: Formar profissionais especializados em Vigilância Sanitária e Controle de Qualidade dos Alimentos em toda a cadeia produtiva.

 

ESPECÍFICOS

  • Conhecer as especificidades da vigilância sanitária e do controle de qualidade dos alimentos.
  • Formar profissionais para conhecer e identificar as demandas de vigilância sanitária no controle de qualidade da produção alimentícia.
  • Conciliar o conhecimento teórico com a sua aplicação prática, de maneira eficiente e objetiva.
  • Oferecer conhecimento mais aprofundado sobre os temas de afinidade do setor, de modo que os profissionais possam responder às demandas.
  • Pensar as questões de saúde relacionadas ao controle de qualidade na produção de alimentos.
  • Conhecer os procedimentos de vigilância sanitária no controle de qualidade dos alimentos.

INVESTIMENTO

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CURSO DESENVOLVIDO E DISPONIBILIZADO PELA:

  • Carga horária

    Carga horária

    O curso tem carga
    horária de 360 horas.
  • Certificação

    Certificação

    Ao final do curso você receberá seu certificado.
  • Acessibilidade

    Acessibilidade

    Assista as aulas de qualquer dispositivo.
  • Disponibilidade

    Disponibilidade

    Tempo de acesso é deimediato ao realizar a inscrição.

Unidade 1 – Radiografia Brasileira

1.1 Apropriação de novos conceitos

1.2 Sustentabilidade: estratégica e inadiável

Unidade 2 – Marcos Históricos da Governança Ambiental

2.1 Indicadores de Sustentabilidade

2.2 Recursos Naturais

2.3 Valor de Uso dos Recursos Naturais

Unidade 3 – Economia Verde: Que negócio é esse?

3.1 Cidadania e consumo

3.2 Tecnologia e Meio Ambiente

Unidade 4 – Boas Práticas em Sustentabilidade

4.1 Boas Práticas em Sustentabilidade: Setor Primário da Economia

4.2 Boas Práticas em Sustentabilidade: Setor Secundário da Economia

4.3 Boas práticas em sustentabilidade: Setor Terciário da Economia

Unidade 5 – Responsabilidade social

5.1 Responsabilidade social: um olhar para a sustentabilidade

5.2 Boas práticas no dia-a-dia

5.3 Qual o meu “papel”?

Profa. Dra. Rosiane de Morais – http://lattes.cnpq.br/3326612002858051

Unidade 1: Introdução à biotecnologia

1.1 O que é biotecnologia?

1.2 Histórico

1.3 Biotecnologia e suas aplicações

1.4 Bioética e Biossegurança

Unidade 2: Biotecnologia e Saúde

2.1. Produção de Vacinas

2.2. Células-tronco

2.3. Nanobiotecnologia

Unidade 3: Biotecnologia Industrial

3.1. Produção de Etanol

3.2. Produção de Papel e Celulose

3.3. Bioinsetcidas

Unidade 4: Biotecnologia na Agricultura

4.1. Plantas Transgênicas

4.2. Controle Biológico

4.3. Bioprodutos

Unidade 5: Biotecnologia e o Meio Ambiente

5.1. Biodiversidade

5.2. Segurança Ambiental

5.3. Biorremediação

Profa. Msc. Carolina Santos Pereira Cardoso Trindade – http://lattes.cnpq.br/9521807735003853

Unidade 1 – Ascenção histórica da Epidemiologia

1.1 Conceitos de Epidemiologia

1.2 Modelos Assistenciais

Unidade 2 – Indicadores de Saúde

2.1 Morbidade

2.2 Mortalidade

2.3 Determinantes e Condicionantes

2.4 Processos endêmicos e epidêmicos

Unidade 3 – Pesquisas epidemiológica

3.1 Tipos de estudos epidemiológicos

3.2 Associações Causais e Não Causais

3.3 Aplicação na pesquisa

3.4 Construção dos perfis epidemiológicos

Unidade 4 – Cenário Epidemiológico Nacional

4.1 Doenças Transmissíveis

4.2 Doenças Sexualmente Transmissíveis

4.3 Doenças endêmicas

4.4 Doenças crônicas não transmissíveis (DCNT)

4.5 Boletins Epidemiológicos

Unidade 5 – Vigilância Epidemiológica

5.1 Coleta e fontes de dados

5.2 Fontes de Dados

5.3 Sistemas de Informações do SUS

Profa. Msc. Indiara Correia Pereira – http://lattes.cnpq.br/5586902390815991

UNIDADE 1 DA ÉTICA À BIOÉTICA

1.1 Do Ethos à Bioética: Primeiras Aproximações

1.2 A Ética como investigação do agir humano

1.3 Breve História da Bioética

UNIDADE 2 PRINCIPAIS MODELOS ÉTICOS

2.1 Modelos Éticos para fundamentação da Bioética

2.2 Ética Deontológica

2.3 Ética Utilitarista e Pragmática

UNIDADE 3 PRINCIPIALISMO E BIOÉTICA

3.1 A Concepção Principialista em Bioética

3.2 Princípio da Beneficiência e da Não Maleficiência

3.3 Princípio da Autonomia e da Justiça

UNIDADE 4 DILEMAS DA BIOÉTICA

4.1 Temas e Dilemas em Bioética

4.2 Eutanásia, Distanásia e Ortotanásia

4.3 Direitos Reprodutivos da Mulher, fertilização in vitro e Aborto

UNIDADE 5 BIOÉTICA E A LEGISLAÇÃO

5.1 Biodireito: Positivações, normas e restrições

5.2 Declaração Universal de Bioética e Direitos Humanos e Legislação no Brasil

5.3 Biossegurança: Cuidados na prática da pesquisa com seres vivos.

Prof. Esp. Oclecio Alves Cabral Filho – http://lattes.cnpq.br/9484650208553405

Capítulo 1: Tecnologias Agroindustriais: 1 Bioengenharia de Sistemas Agroindustriais. 2 Tecnologias Agroindustriais para Agregação de Valor a Produtos. 3 Fazendas inteligentes (smart farm).

Capítulo 2: Fibras, resíduos e bioenergia: 1Tecnologias de Tratamento e aproveitamento de resíduos agroindustriais. 2. Novas cadeias agroindustriais. 3. Tecnologias setor agromecânico.

Capítulo 3: Sistema de agrobusiness e bolsa de valores. 1. Competitividade entre cadeias agroindustriais. 2. Formas de verticalização de produção e comercialização. 3. Sustentabilidade em cadeias agroindustriais.

Capítulo 4: Verticalização de cadeia agroindustrial: 1.Especificação de mercado até o consumidor final. 2. Agregação de valor aos tipos de cadeias agroindustriais. 3. Arranjos institucionais entre cadeias e redes.

Capítulo 5: Gestão da GIPA e Inovação nas Cadeias Agroindustriais: 1. Inovação e competitividade. 2. Mudanças tecnológicas em cadeias agroindustriais. 3. Ferramentas de desenvolvimento de novos produtos e de processos agroindustriais.

Profa. Dra. Josimara Nolasco Rondon – http://lattes.cnpq.br/5475986785214885

Capítulo 1: Introdução a vigilância sanitária laboratorial. 1.1 Conceitos básicos. 1.2 Tipos de laboratórios. 1.3 Profissionais que respondem por laboratórios. 1.4 Profissionais que podem atuar em laboratórios. 1.5 Biossegurança

Capítulo 2: Legislação sanitária vigente. 2.1 RDC ANVISA 32/2005. 2.2 RDC/ANVISA nº. 50/2002 e RDC n.º 189/2003. 2.3 RDC/ANVISA n° 306/2004. 2.4 RDC/ANVISA nº 01/2002 e Portaria MS nº 1985/2001. 2.5 Portaria MS nº. 59/2003 e Portaria SVS nº. 34/2005.

Capítulo 3: Fases operacionais laboratoriais. 3.1 Fase Pré-Analítica. 3.2 Fase Analítica.

Capítulo 4: Controle de qualidade. 4.1 Proficiência interna. 4.2 Proficiência externa.

Capítulo 5: Acreditação laboratorial. 5.1 O que é e como ocorre a acreditação de laboratórios. 5.2 Padrões para a acreditação. 5.3 ONA. 5.4 Instituições acreditadoras

Profa. Msc. Camila Amato Montalbano – http://lattes.cnpq.br/4397483488059547

Capítulo 1: Entendendo a Vigilância. 1.1 Evolução do conceito de Vigilância em Saúde (VISA). 1.2  Competências e área de atuação da Vigilância em Saúde no Brasil. 1.3 A Vigilância da Saúde e suas vertentes. 1.4  Componentes da Vigilância em Saúde.

Capítulo 2: Vigilância Sanitária em Saúde. 1.1 Evolução histórica da Vigilância Sanitária em Serviços de Saúde no Brasil. 1.2 Os serviços de saúde. 1.3 Conceitos de Garantia da Qualidade e Boas Práticas de Funcionamento. 1.4 Regulação Sanitária da Infraestrutura de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS). 1.5 Riscos decorrentes da produção e do uso de produtos, serviços e tecnologias de interesse a saúde.

Capítulo 3: Vigilância Sanitária da Atenção Hospitalar e Ambulatorial. 1.1 Requisitos sanitários para funcionamento de serviços de vacinação. 1.2 Boas Práticas para o processamento de produtos para a saúde. 1.3 Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde. 1.4 Boas Práticas para a prevenção e controle de infecção relacionada à assistência à saúde. 1.5 Serviços de hemodiálise. 1.6 Banco de Leite. 1.7 Serviços de quimioterapia.

Capítulo 4: Vigilância Sanitária de Serviços de apoio Diagnóstico e Terapêutico e de Procedimentos Especiais. 1.1 Requisitos sanitários para a prestação de serviços

de radiodiagnósticos. 1.2 Requisitos sanitários para a prestação de serviços de Diálise. 1.3 Requisitos sanitários para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). 1.4 Requisitos sanitários para funcionamento de serviços de coletas de sangue, tecidos e órgãos.

Capítulo 5: Técnica de Inspeção Sanitária em Estabelecimentos de Saúde. 1.1 Alvará, Técnico Responsável e Relação dos terceirizados do estabelecimento de saúde. 1.2 Comissões e Serviços de Controle. 1.3 Registro de manutenção preventiva e corretiva de produto para saúde e limpeza, Laudos de Análises físico-químico e microbiológico. 1.4 Averiguação de Procedimento Operacional Padrão (POP) de todos os setores da instituição de saúde. 1.5 Alguns exemplos de material necessário que o fiscal de vigilância sanitária deve portar durante a fiscalização.

Profa. Dra. Paula Cristhina Niz Xavier – http://lattes.cnpq.br/2602668207216967

Capítulo 1. Vigilância Sanitária e Meio Ambiente. 1.1. Histórico e evolução. 1.2. Conceitos básicos.

Capítulo 2. Legislação Sanitária. 2.1. Vigilância Sanitária no Sistema Único de Saúde. 2.2. Vigilância sanitária e ambiental e sua importância para a saúde pública. 2.3. Atividades desenvolvidas pela vigilância sanitária e ambiental no âmbito de atuação Municipal, Estadual e Federal.

Capítulo 3. Função da Vigilância Sanitária. 3.1 Vigilância de contaminantes químicos ambientais. 3.2 Sistema de abastecimento e tratamento da água. 3.3 Disposição e tratamento de dejetos. 3.4 Manejo de resíduos sólidos.

Capítulo 4. Critérios básicos para realização de avaliação de riscos ambientais. 4.1 Meio socioeconômico. 4.2 Meio físico. 4.3 Águas superficiais. 4.4 Solo. 4.5 Água subterrâneas. 4.6 Cobertura vegetal.

Capítulo 5. Desenvolvimento humano sustentável: saúde e ambiente. 5.1 Risco e regulação sanitária. 5.2 Implementação de ações educativas em vigilância sanitária. 5.3 Vigilância sanitária: desafios.

Profa. Msc. Acione Leite de Souza Cremonesi – http://lattes.cnpq.br/0583518352743776

Capítulo 1: Alimentos in natura. 1.1 Classificação dos alimentos. 1.2 Exemplos de alimentos in natura e benefícios para a saúde.

Capítulo 2: Doenças Transmitidas por Alimentos. 2.1 Infecções de origem alimentar. 2.2 Intoxicações de origem alimentar.

Capítulo 3: Boas práticas de manipulação. 3.1 Higienização e sanitização de alimentos. 3.2 Manual de boas práticas de manipulação.

Capítulo 4: Conservação de alimentos. 4.1 Métodos de conservação de alimentos.

Capítulo 5: Legislações. 5.1 Ministério da Saúde. 5.2 Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Profa. Dra. Silvia Cristina Heredia Vieira – http://lattes.cnpq.br/0015699225414703

 

Profa. Dra. Paula Cristhina Niz Xavier – http://lattes.cnpq.br/2602668207216967

Unidade 1: Higiene e Controle de Alimentos. 1.1. Princípios e conceitos em higiene e segurança alimentar. 1.2. Marcos evolutivos e períodos históricos. 1.3. Regulamentos técnicos e sanitários.

Unidade 2: Segurança Alimentar: Histórico e Principais Conceitos. 2.1. Segurança alimentar. 2.2. Legislação nacional. 2.3. Alimentos e doenças.

Unidade 3: Avaliação dos Riscos Relativos ao Consumo de Alimentos 3.1. Rede Nacional de Laboratórios de Vigilância Sanitária.  3.2. Análises laboratoriais previstas em lei no Brasil. 3.3. Desafios dos laboratórios analíticos de controle de alimentos.

Unidade 4: Doenças de Origem Alimentar: Principais Ações das Vigilâncias nos Processo de Investigação e Controle 4.1. Ocorrência e do controle de doenças transmissíveis por alimentos. 4.2. Vigilância sobre as doenças de origem alimentar. 4.3. Sistemas nacionais de vigilância.

Unidade 5: Sistemas de Gerenciamento da Qualidade na Área de Alimentos 5.1.

Alimentação coletiva: unidades produtoras de refeições. 5.2. Segurança dos alimentos em serviços de alimentação e a normatização da qualidade. 5.3. Conceito de qualidade em serviços de alimentação: Sistemas de gestão da qualidade, boas práticas de fabricação e normatizações gerais.

Profa. Msc. Camila Amato Montalbano – http://lattes.cnpq.br/4397483488059547

Profissionais graduados nas áreas de saúde, enfermeiros, nutricionistas, zootecnistas, engenheiros de produção alimentar e animal, gestores de agronegócios, gestores de produção e controle de qualidade alimentícia nas indústrias e agronegócios, bem como demais interessados na Vigilância Sanitária e Controle de Qualidade dos Alimentos.

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