Pós-graduação em Gestão de Programas de Prevenção e Promoção de Saúde
Objetivos do curso
GERAL:
Capacitar profissionais para planejar, implementar e gerir programas de prevenção e promoção de
saúde, com ênfase na qualidade de vida e no bem-estar da população, utilizando práticas integrativas e complementares em conformidade com as políticas de saúde pública.
ESPECÍFICOS
- Proporcionar uma compreensão aprofundada sobre a avaliação e promoção da saúde e qualidade de
vida, com foco na prevenção de doenças e na atenção primária à saúde. - Desenvolver habilidades para analisar e aplicar indicadores de saúde, especialmente para a população
idosa, visando à melhoria da gestão de programas de saúde pública. - Capacitar os profissionais para atuar no Programa Saúde da Família, integrando os conhecimentos
sobre políticas de saúde pública e a relação entre sociedade e saúde. - Promover o conhecimento sobre as práticas integrativas e complementares, como fitoterapia e
intervenções naturalísticas, para melhorar a atenção primária e a qualidade de vida, especialmente na
terceira idade. - Preparar os alunos para atuar de forma ética e legal no uso de práticas integrativas e complementares,
conforme os aspectos legais definidos pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
INVESTIMENTO
-
Carga horária
O curso tem carga
horária de 500 horas. -
Certificação
Ao final do curso você receberá seu certificado. -
Acessibilidade
Assista as aulas de qualquer dispositivo. -
Disponibilidade
Tempo de acesso é deimediato ao realizar a inscrição.
Capítulo 1: Saúde.
1.1 – Conceitos de Saúde.
1.2 – Políticas de Saúde no Brasil.
1.3 – Programas de Saúde no Brasil.
1.4 – Doenças Crônicas Não Transmissíveis.
Capítulo 2: Qualidade de Vida.
1.1 – Conceitos de Qualidade de Vida.
1.2 – Meio Ambiente e Qualidade de Vida.
1.3 – Programas de Qualidade de Vida.
1.4 – Relações da Qualidade de Vida e Políticas Públicas de Saúde no Brasil.
Capítulo 3: Avaliação da Saúde e da Qualidade de Vida.
1.1 – Avaliação da Saúde.
1.2 – Avaliação da Qualidade de Vida.
1.3 – Profissionais Habilitados para Avaliações de Saúde e Qualidade de Vida.
1.4 – Relações sobre a implantação prática de modelos de avaliação de saúde e qualidade de vida.
Capítulo 4: Prevenção de Agravos Relacionados à Saúde.
1.1 – Ações de Prevenção para Qualidade de Vida.
1.2 – Vigilância em Saúde.
1.3 – Programas de Prevenção de Agravos relacionados à saúde no Brasil.
1.4 – Impactos das Ações de Prevenção Relacionados à Saúde.
Capítulo 5: Promoção da Saúde e Qualidade de Vida.
1.1 – Conceitos de Promoção da Saúde e Qualidade de Vida.
1.2 – Ações de Promoção da Saúde e Qualidade de Vida.
1.3 – Programas de Promoção da Saúde e Qualidade de Vida.
1.4 – Indicadores de Saúde e Qualidade de Vida no Brasil
Capítulo 1: Conceitos de Políticas Públicas
1.1 Formulação das Políticas
1.2 Políticas em saúde no Brasil
Capítulo 2: Sistema Único de Saúde (SUS)
2.1 Princípio da Integralidade em Saúde
2.2 Princípio da Universalidade em Saúde
Capítulo 3: Princípio da Equidade em Saúde
3.1 Princípio da Regionalização no SUS
3.2 Princípio da Participação Particular em Saúde
Capítulo 4: Descentralização da Administração do Sistema de Saúde
4.1 Subsistema de Atenção ao Indígena (silvícola)
4.2 Teoria da capacidade aplicada ao índio
4.3 Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas
4.4 Sistema de Bancos de Sangue
4.5 Regulamentação da saúde no Brasil
Capítulo 5: Direito à Saúde na Constituição Federal de 1988
5.1 Política Nacional de Medicamentos do SUS
5.2 Responsabilidade do Estado e direito à saúde no Brasil
5.3 Responsabilidade civil
5.4 Excludentes de responsabilidade civil
5.5 Responsabilidade Civil do Sistema de Saúde
Capítulo 1: PSF – Conceituando a Estratégia.
1.1. Composição de Equipe e Atribuições.
1.2. Objetivos do Programa Saúde da Família.
1.3. PSF – Modelo Assistencial e Benefícios para o Sistema Único e Sociedade.
Capítulo 2: A prevenção da gravidez e ISTS na Estratégia da Saúde da Família.
2.1. Oferta deMétodos Contraceptivos Pelo SUS.
2.3. Saúde do Homem.
2.4. Planejamento Familiar, Pré-Natal, Testes Rápidos e Rede Cegonha.
Capítulo 3: PSF – Saúde Mental e Psiquiatria.
3.1. Principais Doenças de Ordem Mental e Psiquiátrica.
3.2. Setembro Amarelo: Prevenção do Suicídio.
3.3. CAPS – Centro de Atenção Psicossocial.
Capítulo 4: Imunização e Epidemiologia.
4.1. Imunização no SUS.
4.2. Conservação de Vacinas e Aplicação Para Acamados, Detentos e Controle de Epidemias.
4.3. Controle de Zoonoses: CCZ.
Capítulo 5: Saúde da Mulher, Criança e Idoso.
5.1. Obstetrícia e Ginecologia.
5.2. Saúde da Criança: Atendimento na Primeira Infância.
5.3. Prevenção e Promoção da Saúde Integral do Idoso.
Capítulo 1. Conceito de PIC.
1.1. Histórico.
1.2. Fundamentos.
Capítulo 2. As vertentes das PIC.
2.1. Homeopatia.
2.2. Medicina Tradicional Chinesa.
2.3. Plantas medicinais e Fitoterapia.
2.4. Medicina Antroposófica.
2.5. Temalismo e Crenoterapia.
2.6 Outras práticas integrativas e complementares.
Capítulo 3. Atuação profissional nas PIC.
3.1. Enfermagem.
3.2. Farmácia.
3.3. Fisioterapia.
3.4. Fonoaudiologia.
3.5. Nutrição.
3.6. Odontologia.
3.7. Psicologia.
3.8 Outros profissionais de saúde.
Capítulo 4. Sistema de Saúde Pública e PIC.
4.1. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS.
4.1.1. Homeopatia.
4.1.2. Medicina Tradicional Chinesa.
4.1.3. Plantas medicinais e Fitoterapia.
4.1.4. Medicina Antroposófica.
4.1.5. Termalismo e Crenoterapia.
Capítulo 5. PIC no Brasil e no mundo.
5.1. América Latina.
5.2. América do Norte.
5.3. Europa.
5.4. Ásia.
5.5 América do Sul.
Capítulo 1: Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
1.1 Introdução: História.
1.2 Legislação PNPIC.
1.3 Objetivos/Metas.
Capítulo 2: Responsabilidades Institucionais.
2.1 Gestor Federal.
2.2 Gestor Estadual.
2.3 Gestor Municipal.
Capítulo 3: Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
3.1 O que são as Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
3.2 Quais são os serviços e produtos das Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
3.3 Quais são as Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
Capítulo 4: Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
4.1 Quais são os benefícios da PIC para os profissionais de saúde.
4.2 Onde tem Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
4.3 Cooperação Brasil e México.
Capítulo 5: Monitoramento das Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
5.1 Monitoramento das Práticas Integrativas e Complementares (PICs).
5.2 Cenário das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) no Brasil.
5.3 Atenção Primária à Saúde, Média e Alta Complexidade.
Capítulo 1. Fitoterapia.
1.1. Origem das plantas medicinais e fitoterapia.
1.2. Utilização de produtos naturais de origem vegetal.
1.3. Botânica e fitoquímica das plantas medicinais e fitoterápicos.
1.4. Química medicinal e atividades biológicas de produtos naturais.
Capítulo 2. Legislação fitoterápica no Brasil.
2.1. Registro de fitoterápicos.
2.2. Manipulação de fitoterápicos.
2.3. Fitoterapia o SUS e o RENISUS.
2.4. Farmácias vivas.
2.4. Farmacopeia Brasileira e o Memento Fitoterápico.
Capítulo 3. Uso racional das plantas medicinais e fitoterápicos.
3.1. Interações medicamentosas.
3.2. Problemas relacionados a medicamentos.
3.3. Importância do profissional farmacêutico nos tratamentos fitoterápicos.
3.4. Prescrição farmacêutica de fitoterápicos.
Capítulo 4. Problemas de saúde e o tratamento fitoterápico.
4.1. Problemas gastrointestinais.
4.2. Problemas dermatológicos.
4.3. Analgesia.
4.4. Distúrbios hormonais.
4.5 Fitoterapia como tratamento complementar.
Capítulo 5. Fitoterapia na promoção de saúde.
5.1. Rastreio de problemas de saúde.
5.2. Produtos naturais na prevenção de problemas de saúde.
Capítulo 1: A criança autista e a interação com o ambiente.
1.1 As intervenções e o desenvolvimento saudável.
1.2 A relação das práticas e as necessidades individuais.
1.3 O ensino naturalístico: a criança com TEA e as interações.
Capítulo 2: Práticas Interventivas Naturalísticas.
3.1 Fundamentos das Intervenções Naturalísticas.
3.2 O contexto da criança autista.
3.3 Intervenções Naturalísticas como processo de humanização.
Capítulo 3: O ensino Naturalístico.
3.1 A atenção como Reforçador Social Natural.
3.2 Atividades Sensório Sociais.
3.3 Relações funcionais, aumento da motivação e os facilitadores de generalização.
Capítulo 4: Cenário das interações sociais e estímulos naturais.
4.1 O desenvolvimento infantil e as estratégias na prática.
4.2 A importância do ato do brincar na terapia.
4.3 O Aprendizado Naturalista: regulação, processos e rotinas.
Capítulo 5: As estratégias de ensino e o ensino das habilidades.
5.1 A intervenção baseada em evidências.
5.2 O papel do AT no percurso da intervenção.
5.3 Plano de Intervenção: da regulação á estimulação de aprendizado.
Capítulo 1: A Saúde Mental.
1.1 Sofrimento mental e cuidados em saúde para o bem-estar.
1.2 A importância do autoconhecimento na felicidade.
Capítulo 2: As emoções.
2.1 As diferenças entre sentimentos e emoções.
2.2 Educação Socioemocional.
Capítulo 3: A Felicidade como aliada da saúde.
3.1 Neurociências e a evolução cognitiva.
3.2 Qualidade de vida e felicidade.
Capítulo 4: A Psicologia e suas contribuições.
4.1 Sujeito e Subjetividade.
4.2 A importância dos relacionamentos: da individualidade aos vínculos sociais.
Capítulo 5: O conceito de felicidade para a sociedade.
5.1 A felicidade na sociedade contemporânea.
5.2 Contribuições para o bem-estar social.
Capítulo 1: Programa Saúde na Escola
1.1 Relação Pais e Educadores na Prevenção da Saúde
1.2 Primeiro Ponto da Saúde: A Sexualidade
1.3 Segundo Ponto da Saúde: A Responsabilização do Jovem e da Escola
1.4 Terceiro Ponto da Saúde: Saúde Bucal
1.5 O Adolescente, As Drogas e A Escola
1.6 Como a Escola e os Educadores Devem Lidar
Capítulo 2: Sexualidade do adolescente e a escola
2.1 Contracepção:
2.2 A Sexualidade do Adolescente
2.3 Modificações no Sistema Corpóreo
2.4 Gravidez na adolescência
2.5 Desenvolvimento Corpóreo do Menino
2.6 Desenvolvimento Corpóreo da Menina
Capítulo 3: Saúde Mental do Adolescente
3.1 Sinais de Alerta
3.2 Como a escola não deve agir (de acordo com a FIOCRUZ):
3.3 Fatores Psicológicos da Adolescência
3.4 Automutilação na Adolescência
Capítulo 4: Bullying e Violência na Escola
4.1 Sinais de que o aluno sofre bullying
4.2 Sinais de que o aluno pratica Bullying
4.3 Ciberbullying
4.4 O Que Não Caracteriza Bullying
4.5 Consequências do Bullying
4.6 Como a Escola Deve Agir
4.7 Relação Professor/Aluno e a Violência
4.8 Empatia no Processo de Ensino-Aprendizagem
4.9 Tendência Humanista
Capítulo 5: Princípios do Profissional da Educação
5.1 Saúde Vocal
5.2 Prevenção
5.3 Diabetes Mellitus
5.4 Alimentação
5.5 Hipertensão Arterial Sistêmica
5.6 Síndrome de Burnout
5.7 Assédio Moral
5.7.1 Como Denunciar o Assédio Moral
5.8 Humanização Escolar5.9 O Educador Humanizado
5.10 A Escola Humanizada – Inclusão de Alunos Especiais
5.11 O Que A Escola Não Pode Fazer
5.12 Humanização escolar: autismo
5.13 Como os pais notam o autismo
5.14 Diferença entre Asperger X Autismo:
5.15 Humanização escolar: TDAH
5.16 Humanização Escolar: Síndrome de Down
Capítulo 1: O Trabalho integrado em Saúde: conceitos e variações.
1.1 Composição da Equipe.
1.2 Ações em potencial a serem desenvolvidas no trabalho integrado.
1.3 Aplicabilidade no contexto da Pandemia da COVID-19.
Capítulo 2: A abordagem Multidisciplinar.
2.1 As Práticas Integrativas e Complementares em Saúde.
2.2 A Educação em Saúde no Âmbito Hospitalar.
2.3 Indicadores de Segurança do Paciente.
Capítulo 3: Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional.
3.1 Assistência Social.
3.2 Enfermagem.
3.3 Farmácia.
3.4 Fisioterapia.
3.5 Fonoaudiologia.
3.6 Medicina.
3.7 Nutrição.
3.8 Psicologia.
Capítulo 4: O papel do nutricionista no trabalho integrado.
4.1 Atividades privativas do Nutricionista.
4.2 Atribuições do Profissional em Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional.
Capitulo 5: Processos, potencialidades e resultados do trabalho integrado.
5.1 Avaliações dos processos e inovações.
5.2 Resultados promissores do trabalho integrado.
5.3 A continuidade na Atenção Domiciliar.
Atenção Básica em Pediatria
Atenção Básica em Clínica Médica e Saúde do Idoso
Atenção Básica em Cirurgia Geral
Assistência Básica em Gineco-Obstetrícia
Assistência Básica em Saúde Mental
Saúde da Família e Promoção da Saúde
Saúde da Família e Epidemiologia
Profissionais graduados nas áreas de saúde e administração (administradores, advogados, enfermeiros,
fonoaudiólogos, fisioterapeutas, nutricionistas, tecnólogos em gestão hospitalar) e demais interessados.